segunda-feira, 14 de agosto de 2017

APRESENTAÇÃO

                                                            APRESENTAÇÃO


Olá tudo bem, você já ouviu falar dos fenícios? Se sim ok Te convido há conhecer um pouco mais, se não, Você esta no lugar certo, Te garanto que você sairá com outra visão desse povo antigo. Esse blog, como o próprio nome diz e voltado inteiramente à vida dos fenícios e sua história...  Aqui você verá a vida dos fenícios em seis tópicos que vão ser:

1 - Origem e localização geográfica

2 - Organizações política e governante

3 - Principais atividades econômicas e relação com os rios

4 - Organizações sociais e costumes

5 - Mitologias, crenças e religiosidade

6 - Produções culturais e herança deixada

Então espero que ao longo da sua descoberta pelo blog você conheça um pouco mais sobre a vida dos fenícios e saia com uma visão melhor a respeito dessa civilização. 

OBS: É importante ressaltar que todo conteúdo desse blog terá o link original (fonte), Pois caso contrario seria plagio.

Esse blog foi uma atividade proposta pela professora Lucineide vieira da disciplina história para os alunos do 1º A, Do colégio Estadual Nelson Mandela, Afim de, expandir os conhecimentos dos alunos a respeito dos povos antigos... Sem mas delongas vamos ao conhecimento.

Viva a antiguidade, Viva a história!!!

                                                    
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                                                                                                                   (Bandeira da fenícia)

TÓPICO 1

           1 - Origem e localização geográfica

A civilização fenícia desenvolveu-se na Fenícia, território do atual Líbano. Os fenícios eram povos de origem semita. Por volta de 3000 a.C., estabeleceram-se numa estreita faixa de terra com cerca de 35 km de largura, situada entre as montanhas do Líbano e o mar Mediterrâneo. Com 200 km de extensão, corresponde a maior parte do litoral do atual Líbano e uma pequena parte da Síria.
Por habitarem uma região montanhosa e com poucas terras férteis, os fenícios dedicaram-se à pesca e ao comércio marítimo.
As cidades fenícias que mais de desenvolveram na antiguidade foram Biblos, Tiro e Sidon.
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                                                               Fonte:http://www.sohistoria.com.br/ef2/fenicios/

TÓPICO 2

            2 - Organizações política e governante

A Fenícia era formada por um conjunto de cidades-Estado autônomas. Cada cidade tinha um governo independentes, exercido pelos membros da classe aristocrática, composta por ricos comerciantes, armadores e artesãos. De modo geral, o chefe do governo era um rei, cuja função transmitia-se por hereditariedade. Mas a autoridade do rei não era absoluta. Ele a exercia em sintonia com a elite aristrocrática da qual saiam os membros de um conselho de anciãos e de magistrados, conhecidos como sufetas. 

Freqüentemente, as cidades fenícias entravam em guerra, disputando entre si novos mercados para seus produtos. Algumas dessas cidades pagavam tributos a povos estrangeiros, para receber, em troca, segurança e tranqüilidade contra os seus rivais do comércio. 

Nenhuma cidade fenícia era suficientemente poderosa para impor completamente dominação sobre as demais. No entanto, podemos identificar, em períodos diferentes, cidades mais importantes do que outras. 

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Desde meados do III milênio a.C., Biblos destacava-se pelo seu movimentado porto comercial, tendo estabelecido relações de comércio com Chipre, Egito e Creta. Por volta da metade do II milênio a.C., Sidon conquistou grande prestígio marítimo e comercial, tornando-se famosa pela exportação de tecidos de púrpura, perfumes, jóias e vasos. Finalmente, do século X ao século VIII a.C., Tiro alcançou a preponderância econômica da Fenícia, comerciando com diversas localidades do Mediterrâneo. Deve-se à cidade de Tiro a fundação da importante colônia de Cartago, no norte da África. 

Na maioria das cidades fenícias a posição social dos indivíduos estava diretamente ligada à sua condição econômica e ao papel que desempenhavam. A classe dominante era composta pelos empresários (comerciantes maritmos, donos das oficinas de artesanato, negociantes de escravos) e pelos funcionàrios e sacerdotes a serviço do poder real. Vinha, a seguir, uma classe composta pelos trabalhadores livres (artesãos, pescadores, camponeses, marinheiros) e pelos pequenos proprietários de comércio. A parcela social mais oprimida era composta pelos escravos domésticos e marinheiros pobres. 

No século VIII a.C., as cidades fenícias foram submetidas pelos assírios. Em 586 a.C., foram conquistadas pelos novos babilônios, com exceção da cidade de Tiro. Somente em 332 a.C., Alexandre Magno, da Macedônia, conquistou plenamente a Fenícia.
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Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br/fenicia/estrutura-social-e-politica-fenicia.htm

TÓPICO 3

         3 - Principais atividades econômicas e relação com os rios

A principal atividade econômica dos fenícios era o comércio. Em razão dos negócios comerciais, os fenícios desenvolveram técnicas de navegação marítima, tornando-se os maiores navegadores de Antiguidade. Desse modo, comerciavam com grande número de povos e em vários lugares do Mediterrâneo, guardando em segredo as rotas marítimas que descobriam. 
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Considerável parte dos produtos comercializados pelos fenícios provinha de suas oficinas artesanais, que dedicavam à metalurgia (armas de bronze e de ferro, jóias de ouro e de prata, estátuas religiosas). à fabricação de vidros coloridos e à produção de tintura de tecidos (merecem destaque os tecidos de púrpura). Por sua vez, importavam de várias regiões produtos como metais, essências aromáticas, pedras preciosas, cavalos e cereais. Tiro era a principal cidade que se dedicava ao comércio de escravos, adquirindo prisioneiros de guerra e vendendo-os aos soberanos do Oriente próximo. 

Expandindo suas atividades comerciais, os fenícios fundaram diversas colônias que, a princípio, serviam de bases mercantis. Encontramos colônias fenícias em lugares como Chipre, Sicília, Sardenha e sul da Espanha. No norte da África, os fenícios fundaram a importante colônia de Cartago.


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Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br/fenicia/economia-fenicia.htm

TÓPICO 4

          4 - Organizações sociais e costumes

A organização social 

Como o comércio era a atividade econômica mais importante, a sociedade fenícia dividia-se de acordo com a riqueza. Veja no quadro abaixo. 

Os sacerdotes, funcionários e mercadores controlavam a administração das cidades-estados e o comércio exterior. Os trabalhadores livres eram pequenos comerciantes, artesãos, marinheiros, pescadores e camponeses. Os escravos eram pouco numerosos, sendo utilizados em serviços domésticos.

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Costumes

Eles adoravam cinema e teatro. Além disso, desenvolveram um estilo próprio de dança, que ficou conhecida como "dança fenícia real". e também os fenícios eram competentes comerciantes e os mais habilidosos construtores de barcos da antiguidade, fama que se espalhou pelos egípcios. Estes, em suas pirâmides contam que por volta de 2600 ac, o faraó Sakuré comprou 40 embarcações fenícias, feitas com um tipo de madeira clara, de qualidade e abundante na região, o cedro. Essa madeira foi o grande trunfo os egípcios.

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Fontes:https://brainly.com.br/tarefa/6925846  

http://historiadomundo.uol.com.br/fenicia/estrutura-social-e-politica-fenicia.htm

TÓPICO 5

                 5 - Mitologias e religiosidade

Mitologia

LENDAS 

História do rei Queret - O rei Queret perdeu toda sua famí­lia, mulher e filhos e não tem mais herdeiros. O deus El, que é seu pai, assim como Javé é o pai do rei de Israel ("Disse-me o Senhor: Tu és meu filho, eu hoje teerei…, Salmos, II, 7), lhe aparece em sonhos e lhe ordena que e1e parta com exército para. o país de Udum, onde reina Pabil, cuja filha ele desposará, Hurila, "Encantadora como Anat, amável como Astarte". Queret obe­dece à ordem divina. Chegado ao reino de Pabil, recusa todos os presentes, pedindo somente a mão da filha do rei em casa­mento. Na assembleia dos deuses, Baal intercede para que El abençoe Queret. A bênção é concedida: Queret terá sete, oito filhos, dos quais um será amamentado pelas deusas Anat e Astar­te. O reino de Queret prospera; ele oferece banquetes aos nobres do pais.

Há uma lacuna no texto. Este recomeça mostrando Queret enfermo, cercado dos filhos. "Pai, morrerás como os homens? Os deuses morrem?" pergunta um dos filhos. Entretanto, todo o reino de Queret já o chora. Depois de um conselho dos deuses, El pergunta que poderá curar Queret; este é realmente curado e amaldiçoa o filho que quis aproveitar da sua fraqueza para reinar.


            OS DEUSES DE CARTAGO

Os deuses de Cartago foram os da Fenícia, pois Tiro era a metrópole da cidade.
De modo especial eram reverenciados em Cartago:
Baal-Há­mon, que os romanos identificaram com Cronos ou Saturno; Esmun e Astart, que tomou, em Cartago, o nome de Tanit (em português Tânita), assimilada pelos romanos a Juno Celeste; entre os deuses de segunda categoria cultuavam: Adônis, Bés, anão grotesco cujo culto proviera da Asia ocidental e do Egito, e os gênios, benéficos e maléficos.
Por natureza, Baal-Hámon é deus celeste e o único do pan­teão fenício que Fílon de Biblos não explica pelo evemerismo, como simples mortal. Como havia uma divindade africana cha­mada Júpiter-Amon, a confusão se originou entre ambos; as características de Baal-Hámon fizeram com que o identificassem com o Zeus Celeste; na realidade, eram duas divindades distintas, o que prova a ortografia verdadeira do nome primitivo do deus, Baal-Hámon, logo esquecida a favor da grafia freqüente mas errônea: Baal-Amon.
Moloque (nos cilindros-sinetes aparece a forma Malac), isto é, "rei", era apresentado sob a forma de homem com cabeça,de touro; essa divindade também era adorada pelos amonitas e moabitas; os cartagineses introduziram seu culto na Sicília em 512 a.C. Foi identificado com Baal e com o Cronos grego. Sacri­ficavam-lhe vítimas humanas, notadamente crianças. Segundo Diodoro, a estátua de Moloque era de metal (bronze) e tinha os braços estendidos para receber as vítimas humanas que lhe ofe­reciam (v. Sacrifícios humanos).
Pensa-se que o famoso touro de Fálaris era um representação desse ídolo, com o qual o Minotauro das lendas gregas também tem afinidade.
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OBS: Como estava complicado de achar sobre a mitologia dos fenícios resolvi colocar uma "Lenda real", e sobre os deuses do Cartago.

Religião

A religião dos fenícios era politeísta e antropomórfica. Os fenícios conservaram os antigos deuses tradicionais dos povos semitas: as divindades terrestres e celestes, comuns a todos os povos da Ásia antiga. Assinale-se, como fato estranho, que não deram maior importância às divindades do mar. 

Cada cidade tinha seu deus, Baal (senhor), associado muitas vezes a uma entidade feminina - Baalit. O Baal de Sidon era Eshmun (deus da saúde). Biblos adorava Adônis (deus da vegetação), cujo culto se associava ao de Ashtart (a caldéia Ihstar; a grega Astartéia), deusa dos bens terrestres, do amor e da primavera, da fecundidade e da alegria. Em Tiro rendia-se culto a Melcart e Tanit. 

Para aplacar a ira dos deuses sacrificavam-se animais. E, às vezes, realizavam-se terríveis sacrifícios humanos. Queimavam-se, inclusive, os próprios filhos. Em algumas ocasiões, 200 recém-nascidos foram lançados, ao mesmo tempo, ao fogo - enquanto as mães assistiam, impassíveis, ao sacrifício.


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Fonte: http://historiadomundo.uol.com.br/fenicia/religiao-fenicia.htm

http://www.astrologosastrologia.com.pt/mitos&mitologia=mitologia_fenicia.htm

TÓPICO 6

       6 - Produções culturais e herança deixada

  Produções culturais

A arte fenícia refere-se à expressão artística dos Fenícios um povo semita do mundo antigo. Sua origem é desconhecida, mas se estabeleceu na Fenícia (região mediterrânea correspondente ao Líbano, Síria e Israel) por volta de 3000 a.C. Os Fenícios eram altamente civilizados (inventaram um sistema de escrita anterior ao alfabeto moderno) e eram hábeis comerciantes marítimos, chegando a fundar colônias através do Mediterrâneo, principalmente Cartago. Atingiram o auge do poderio entre 1200 e 800 a.C.. Foram conquistados pelos Persas no século VI a.C.

Sua arte mais típica é representada nos escaravelhos de jaspe verde, encontrados principalmente nos cemitérios cartagineses da Sardenha e de Ibiza. No período helenístico, destacaram-se na confecção de sofisticados sarcófagos de mármore e ficaram famosos como artistas e artesãos, mas poucos trabalhos em larga escala sobreviveram até nossos dias. No entanto, graças à sua atividade mercantil, os pequenos artefatos chegaram a se difundir pelo mundo mediterrâneo, muitos deles encontrados em escavações. Sobressaíram-se também na confecção de objetos de luxo, como joias, estatuetas, garrafas de vidro e alabastro, caixas de marfim e recipientes de bronze.



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  Legado deixado

O legado cultural mais importante que deixaram foi o alfabeto, o cursivo conhecido como punica, que deu origem aos caracteres grego e latinos, mais antes dele existia outro que foi perdido quando da queda de Cartago em 146.a.c, que conduzi-o o cursivo a uma expansão e consequente Perda do idioma original complexo.

Propagaram o uso da matemática desenvolvido pelas aldeias e pelos egípcios que ainda tornavam o conhecimento da astronomia, medicina e geografia, aperfeiçoaram a matemática com a introdução do zero, posicionando os algoritmos para determinação dos valores, entre outros que eram aplicados principalmente pelas cidade.

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