Mitologia
OBS: Como estava complicado de achar sobre a mitologia dos fenícios resolvi colocar uma "Lenda real", e sobre os deuses do Cartago.
LENDAS
História do rei Queret - O rei Queret perdeu toda sua família, mulher e filhos e não tem mais herdeiros. O deus El, que é seu pai, assim como Javé é o pai do rei de Israel ("Disse-me o Senhor: Tu és meu filho, eu hoje teerei…, Salmos, II, 7), lhe aparece em sonhos e lhe ordena que e1e parta com exército para. o país de Udum, onde reina Pabil, cuja filha ele desposará, Hurila, "Encantadora como Anat, amável como Astarte". Queret obedece à ordem divina. Chegado ao reino de Pabil, recusa todos os presentes, pedindo somente a mão da filha do rei em casamento. Na assembleia dos deuses, Baal intercede para que El abençoe Queret. A bênção é concedida: Queret terá sete, oito filhos, dos quais um será amamentado pelas deusas Anat e Astarte. O reino de Queret prospera; ele oferece banquetes aos nobres do pais.
Há uma lacuna no texto. Este recomeça mostrando Queret enfermo, cercado dos filhos. "Pai, morrerás como os homens? Os deuses morrem?" pergunta um dos filhos. Entretanto, todo o reino de Queret já o chora. Depois de um conselho dos deuses, El pergunta que poderá curar Queret; este é realmente curado e amaldiçoa o filho que quis aproveitar da sua fraqueza para reinar.
OS DEUSES DE CARTAGO
Os deuses de Cartago foram os da Fenícia, pois Tiro era a metrópole da cidade.
De modo especial eram reverenciados em Cartago:
Baal-Hámon, que os romanos identificaram com Cronos ou Saturno; Esmun e Astart, que tomou, em Cartago, o nome de Tanit (em português Tânita), assimilada pelos romanos a Juno Celeste; entre os deuses de segunda categoria cultuavam: Adônis, Bés, anão grotesco cujo culto proviera da Asia ocidental e do Egito, e os gênios, benéficos e maléficos.
Por natureza, Baal-Hámon é deus celeste e o único do panteão fenício que Fílon de Biblos não explica pelo evemerismo, como simples mortal. Como havia uma divindade africana chamada Júpiter-Amon, a confusão se originou entre ambos; as características de Baal-Hámon fizeram com que o identificassem com o Zeus Celeste; na realidade, eram duas divindades distintas, o que prova a ortografia verdadeira do nome primitivo do deus, Baal-Hámon, logo esquecida a favor da grafia freqüente mas errônea: Baal-Amon.
Moloque (nos cilindros-sinetes aparece a forma Malac), isto é, "rei", era apresentado sob a forma de homem com cabeça,de touro; essa divindade também era adorada pelos amonitas e moabitas; os cartagineses introduziram seu culto na Sicília em 512 a.C. Foi identificado com Baal e com o Cronos grego. Sacrificavam-lhe vítimas humanas, notadamente crianças. Segundo Diodoro, a estátua de Moloque era de metal (bronze) e tinha os braços estendidos para receber as vítimas humanas que lhe ofereciam (v. Sacrifícios humanos).
Pensa-se que o famoso touro de Fálaris era um representação desse ídolo, com o qual o Minotauro das lendas gregas também tem afinidade.

OBS: Como estava complicado de achar sobre a mitologia dos fenícios resolvi colocar uma "Lenda real", e sobre os deuses do Cartago.
Religião
A religião dos fenícios era politeísta e antropomórfica. Os fenícios conservaram os antigos deuses tradicionais dos povos semitas: as divindades terrestres e celestes, comuns a todos os povos da Ásia antiga. Assinale-se, como fato estranho, que não deram maior importância às divindades do mar.
Cada cidade tinha seu deus, Baal (senhor), associado muitas vezes a uma entidade feminina - Baalit. O Baal de Sidon era Eshmun (deus da saúde). Biblos adorava Adônis (deus da vegetação), cujo culto se associava ao de Ashtart (a caldéia Ihstar; a grega Astartéia), deusa dos bens terrestres, do amor e da primavera, da fecundidade e da alegria. Em Tiro rendia-se culto a Melcart e Tanit.
Cada cidade tinha seu deus, Baal (senhor), associado muitas vezes a uma entidade feminina - Baalit. O Baal de Sidon era Eshmun (deus da saúde). Biblos adorava Adônis (deus da vegetação), cujo culto se associava ao de Ashtart (a caldéia Ihstar; a grega Astartéia), deusa dos bens terrestres, do amor e da primavera, da fecundidade e da alegria. Em Tiro rendia-se culto a Melcart e Tanit.
Para aplacar a ira dos deuses sacrificavam-se animais. E, às vezes, realizavam-se terríveis sacrifícios humanos. Queimavam-se, inclusive, os próprios filhos. Em algumas ocasiões, 200 recém-nascidos foram lançados, ao mesmo tempo, ao fogo - enquanto as mães assistiam, impassíveis, ao sacrifício.

Fonte: http://historiadomundo.uol.com.br/fenicia/religiao-fenicia.htm
http://www.astrologosastrologia.com.pt/mitos&mitologia=mitologia_fenicia.htm
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