Produções culturais
A arte fenícia refere-se à expressão artística dos Fenícios
um povo semita do mundo antigo. Sua origem é desconhecida, mas se estabeleceu
na Fenícia (região mediterrânea correspondente ao Líbano, Síria e Israel) por
volta de 3000 a.C. Os Fenícios eram altamente civilizados (inventaram um
sistema de escrita anterior ao alfabeto moderno) e eram hábeis comerciantes
marítimos, chegando a fundar colônias através do Mediterrâneo, principalmente
Cartago. Atingiram o auge do poderio entre 1200 e 800 a.C.. Foram conquistados
pelos Persas no século VI a.C.
Sua arte mais típica é representada nos escaravelhos de
jaspe verde, encontrados principalmente nos cemitérios cartagineses da Sardenha
e de Ibiza. No período helenístico, destacaram-se na confecção de sofisticados
sarcófagos de mármore e ficaram famosos como artistas e artesãos, mas poucos
trabalhos em larga escala sobreviveram até nossos dias. No entanto, graças à
sua atividade mercantil, os pequenos artefatos chegaram a se difundir pelo
mundo mediterrâneo, muitos deles encontrados em escavações. Sobressaíram-se
também na confecção de objetos de luxo, como joias, estatuetas, garrafas de
vidro e alabastro, caixas de marfim e recipientes de bronze.
Legado deixado
O legado cultural mais importante que deixaram foi o alfabeto,
o cursivo conhecido como punica, que deu origem aos caracteres grego e latinos,
mais antes dele existia outro que foi perdido quando da queda de Cartago em
146.a.c, que conduzi-o o cursivo a uma expansão e consequente Perda do idioma
original complexo.
Propagaram o uso da matemática desenvolvido pelas aldeias e
pelos egípcios que ainda tornavam o conhecimento da astronomia, medicina e
geografia, aperfeiçoaram a matemática com a introdução do zero, posicionando os
algoritmos para determinação dos valores, entre outros que eram aplicados
principalmente pelas cidade.

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